
1. Permitir a interferência de terceiros: Falar sobre a intimidade do casal aos pais ou amigos, trazer um familiar para morar em casa ou morar na casa dos pais, valorizar mais os filhos que o conjugue, e muitas vezes até permitindo que os filhos durmam com o casal;
2. Querer manter vida de solteiro: A pessoa se casa, mas não quer abrir mão das “saídas” com os amigos, mantém “flerts”, não quer dar satisfações dos próprios atos;
3. Não planear o futuro do casal: Não conversam sobre ter filhos, crescimento económico… enfim, o casal vive sem nenhuma programação;
4. Pensar que sexo ou filhos seguram o casamento: criar situações na tentativa de salvar o casamento não passam de infantilidade, porque o casamento se sustenta da comunicação fluída, da confiança, do respeito e da renúncia pessoal;
5. Chantagem emocional: Ameaças do tipo “se você me deixa eu acabo com você e depois me mato”, “Vou contar para todo mundo quem realmente você é”, “Pense nos nossos filhos…”, “Depois de tudo que construímos…”, “Se você me deixa, nunca verá aos seus filhos…”;
6. Fazer uso do passado: Jogar na cara os erros do outro cometidos no passado, insistir em falar de ex-namorados, manter contato com o “ex”, falar que antes de casar era mais feliz…
7. Não enfrentar as crises do casal: O silêncio se torna cúmplice dos problemas, pois é mais fácil se calar do que enfrentar a realidade, muitas vezes, a pessoa ora a Deus pedindo que Ele mude a situação do casamento, mas não tem coragem de sentar com o conjugue para resolver a questão, espera que o outro faça o que ele poderia já ter feito para melhorar o casamento, foge do conflito, justifica que não quer aumentar os problemas…;
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